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Missão
organizacional
A
Reprolatina é uma organização não
governamental localizada em Campinas, São Paulo, que busca
contribuir para a melhoria da saúde sexual e da saúde
reprodutiva das populações menos favorecidas da América
Latina. Nos últimos seis anos, a Reprolatina em colaboração
com a Universidade de Michigan e o Population Council, colaborou
com vários países de América Latina através
do Projeto Reprolatina. Ao longo desse tempo tem desenvolvido estratégias
e abordagens inovadoras para melhorar os serviços de saúde
para mulheres e homens (adultos, jovens e adolescentes); para facilitar
o empoderamento de mulheres e líderes da comunidade para
que participem de ações para melhoria da saúde
sexual, da saúde reprodutiva e garantia de seus direitos;
e para engajar jovens em iniciativas que facilitem a construção
de projetos de vida mais saudáveis e que os ajudem a diminuir
suas vulnerabilidades.
Trabalhando
com uma metodologia educativa libertadora, que segue o pensamento
de Paulo Freire, tendo como base os direitos humanos,
os direitos sexuais, os direitos reprodutivos e a perspectiva de
gênero, a Reprolatina atua como facilitadora e agente de
capacitação, em parceria com os sistemas públicos
de saúde e as comunidades locais no Brasil, Chile, Bolívia
e Paraguai, para facilitar a construção de capacidades
técnicas locais que garantam a implementação
de programas de saúde sexual e saúde reprodutiva
sustentáveis e também sua expansão em larga
escala. Além disso, para desenvolver essas competências
técnicas locais, a estratégia educacional inovadora
da Reprolatina enfoca 4 metas que estão interligadas: a)
Empoderamento pessoal e profissional, b) Conhecimentos e habilidades
técnicas, c) Criar capacidades para desenvolvimento organizacional
e d) Desenvolver capacidades para atuar como facilitadores para
uma mudança cultural e social desde uma perspectiva de gênero
e de direitos.
O
programa de trabalho da Reprolatina surgiu da implementação
e expansão no Brasil e em outros países da América
Latina do Enfoque Estratégico da OMS, instituição
que financiou as etapas 1, 2 e 3 do enfoque estratégico
no Brasil e com a qual Reprolatina junto à Universidade
de Michigan e o Population Council tem continuado trabalhando na
metodologia de expansão em grande escala ( Scaling-up) de
Projetos Pilotos que foram avaliados com sucesso.
A
Organização
Fundada
em 1999, a Reprolatina é uma organização
sem fins lucrativos que tem um quadro de 15 profissionais, incluindo
3 jovens universitários, duas líderes comunitárias,
enfermeiras, um psicólogo, uma advogada, um engenheiro da
computação, um web designer, uma educadora e profissionais
administrativos.
Margarita
Díaz, a presidenta, é chilena, enfermeira
obstétrica, especialista em educação sexual
e doutora em Educação, e Francisco Cabral, o Vice
Presidente, é um psicólogo com especialização
em sexualidade humana e ampla experiência em saúde
sexual e saúde reprodutiva de adolescentes. Ambos possuem
larga experiência em desenvolvimento de currículos
de capacitação, como facilitadores de cursos e seminários,
em pesquisa-ação, desenvolvimento e implementação
de projetos e programas na área da saúde sexual e
saúde reprodutiva e em pesquisas qualitativas.
Objetivos
para o trabalho no Brasil, Chile, Bolívia e Paraguai
(2005-2010)
Meta
1: Expandir a Capacidade de Capacitação e a
humanização dos Serviços de Saúde Sexual
e Saúde Reprodutiva
Objetivo
1: Capacitar um número maior de capacitadores
no modelo de capacitação já implementado com
sucesso pela Reprolatina no Brasil, Bolívia, Chile e Paraguai.
“Otimizando a qualidade e humanizando a Atenção no Planejamento
familiar e outros componentes da Saúde Sexual e Reprodutiva”
Objetivo
2: Fortalecer os centros/equipes de capacitação
já estabelecidos e acrescentar outros novos.
Objetivo
3: Apoiar e expandir a rede de capacitadores e provedores através do uso da rede eletrônica de comunicação,
mantendo atualização de informações
e troca de experiências.
Objetivo
4: Disseminar acordos e conhecimentos internacionais em saúde sexual e saúde reprodutiva, e promover atividades
de advocacy. ( Acordos de Cairo , Beijing e Metas do Milênio)
Meta
2: Melhorar a Saúde Sexual e a Saúde Reprodutiva
de Adolescentes e Jovens
Objetivo
1: Expandir a estratégia para adolescentes e jovens
da Reprolatina e os materiais desenvolvidos para novos municípios
Objetivo
2: Capacitar profissionais de saúde e educadores
para atuar como capacitadores em saúde sexual e saúde
reprodutiva de adolescentes.
Objetivo
3: Capacitar adolescentes para atuar como Adolescentes agentes
voluntários de saúde sexual e saúde
reprodutiva e para participar nos programas e políticas.
Objetivo
4: Manutenção
de um website interativo para adolescentes e jovens.
Objetivo
5: Colaborar com redes nacionais e internacionais de adolescentes
e jovens
para advogar pela saúde sexual, saúde
reprodutiva, direitos sexuais e direitos reprodutivos.
Meta
3: Fortalecer a Participação e o Empoderamento
das Comunidades na área de Saúde Sexual, Saúde
Reprodutiva, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos
Objetivo 1: Capacitar profissionais para atuar como capacitadores
em educação popular e em como fortalecer a participação
comunitária.
Objetivo 2: Desenvolvimento de materiais educativos para líderes
e agentes comunitárias
Objetivo
3: Capacitar líderes comunitárias para
atuarem como promotoras de saúde e dos direitos sexuais
e direitos reprodutivos nos municípios.
Objetivo
4: Capacitar as equipes de PSF em educação
popular e participação comunitária
Meta
4: Incorporação Efetiva dos Homens nos Programas
de Saúde Sexual e de Saúde Reprodutiva
Objetivo 1: Capacitar capacitadores para trabalhar as questões
de sexualidade, gênero e direitos sexuais e direitos reprodutivos
com homens e no uso de estratégias para incorporá-los
nos programas de saúde sexual e saúde reprodutiva
dos municípios, principalmente no que se refere à prevenção
das DST –HIV-Aids, a prevenção da violência,
o uso de métodos anticoncepcionais, ao exercício
da paternidade entre outros.
Objetivo
2: Capacitação em vasectomia para ginecologistas/obstetras
, médicos de PSF e outros provedores para incorporar a vasectomia
na atenção primária de saúde nos municípios.
Objetivo
3: Capacitar provedores das Unidades Básicas de
Saúde e equipes de PSF para incorporar a prevenção
do câncer de próstata nas ações de prevenção
e promoção em saúde.
Publicações
selecionadas
Websites:
www.reprolatina.org.br
www.reprolatina.net
www.adolescencia.org.br
www.anticoncepcao.org.br
“An Innovative Educational Approach Facilitates Capacity
Building and Scaling-Up to Address the Cairo Agenda in Latin America”.
Forthcoming 2005. In: Simmons R, Fajans P & Ghiron L, eds.
Scaling-up health service delivery: from pilot innovations to policies
and programmes. Geneva, World Health Organization. (Margarita Díaz,
Francisco Cabral)
“The Political-Administrative and Health Sector Context
for Scaling -Up Health Service Innovations in Brazil”. Forthcoming
2005. In: Simmons R, Fajans P & Ghiron L, eds. Scaling-up health
service delivery: from pilot innovations to policies and programmes.
Geneva, World Health Organization. (Juan Diaz, Ruth Simmons, Margarita
Diaz, Francisco Cabral, and Magda Chinaglia)
“Facilitating Large-Scale Transitions to Quality of Care”.
Studies in Family Planning 2002. vol 33 no 1 pp. 61-75. (Ruth Simmons,
J. Winchester Brown, Margarita Díaz)
“Action Research to Enhance Reproductive Choice in a Brazilian
Municipality: The Santa Barbara Project” in Responding to
Cairo: Case Studies of Changing Practice in Reproductive Health
and Family Planning Eds Nicole Haberland and Diana Measham. Population
Council, New York. 2002 (Margarita Díaz, Ruth Simmons, Juan
Díaz, Francisco Cabral, Debora Bossemeyer, Maria Yolanda
Makuch and Laura Ghiron)
“Organizing a Public-sector Vasectomy Program in Brazil”.
Studies in Family Planning 2001 vol 32, no 4:315-328. (Luis Guilherme
Penteado, Francisco Cabral, Margarita Díaz, Juan Díaz,
Laura Ghiron, Ruth Simmons)
“Expanding Contraceptive Choice: Findings from an Action
Research Project in Brazil”. Studies in Family Planning 1999
vol 30, no 1, pp. 1-16. (Margarita Díaz, Ruth Simmons, Juan
Díaz, Carlos Gonzalez, Maria Yolanda Makuch, and Deborah
Bossemeyer)
“When is Research Participatory? Reflections on a Reproductive
Health Project in Brazil”. Journal of Women's Health 1999
vol 8, no 2, pp. 175-184. (Margarita Díaz, Ruth Simmons)
“The Strategic Approach to Contraceptive Introduction: Lessons
from Eight Countries”. Studies in Family Planning 1997 Vol
28, no 2 (Ruth Simmons, Peter Hall, Juan Diaz, Margarita Diaz,
Peter Fajans, and Jay Satia)
“Diagnóstico Cualitativo de la Atención en
Salud Reproductiva en Bolivia”. Camacho Hubner, Virginia,
Alberto de la Gálvez Murillo, Marcos Paz Ballivián,
Rosarios André, Ximena Machicao Barbery, María Dolores
Castro, Ruth Simmons, Anne M. Young, Luis Bahamondes, María
Yolanda Makuch, Juan Díaz, and John Skibiak. WHO/HRP/ITT/96.1
Geneva, 1996.
“An Assessment of the Need for Contraceptive Introduction
in Brazil”. Report of a Collaborative Assessment Undertaken
by the MOH of Brazil, WHO, CEMICAMP, Coletivo Feminista Sexualidade
e Saude, and Uniao Brasileira de Mulheres (J.N. Formiga Fielo,
Ruth Simmons, Elizabeth Cravey, Peter Hall, Margarita Diaz, Luis
Bahamondes, Juan Diaz, Maria Y. Makuch). WHO/HRP/ITT/94.2
Principal
Projeto Desenvolvido O
principal projeto que a Reprolatina está desenvolvendo
é o Projeto Reprolatina (PRL), no qual é a principal
responsável por sua coordenação e execução
no Brasil, Bolívia, Chile e Paraguai. O Projeto teve início
em 15 de Dezembro de 1999 e termina em 14 de Dezembro de 2004.
O
Projeto Reprolatina (PRL) é uma colaboração
entre três instituições representadas por: Margarita
Díaz e Francisco Cabral – Reprolatina, Ruth Simmons
– Universidade de Michigan, e Juan Díaz – Population
Council escritório no Brasil. Esse projeto é financiado
pela Fundação Bill e Melinda Gates, e conta com o
apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Seus
principais objetivos foram:
• Desenvolver
estratégias para a expansão em larga
escala de intervenções inovadoras que, em projetos
pilotos, melhoraram a qualidade de atenção em
planejamento familiar e outros componentes da SSR, nos sistemas
públicos
de saúde.
• Fortalecer
a capacidade dos sistemas públicos de saúde
para que implementem programas que melhorem o acesso e a qualidade
de atenção em anticoncepção e outros
componentes da SSR, construindo uma competência técnica
que garanta sua sustentabilidade e expansão em larga
escala.
Para
alcançar estes objetivos, o PRL teve como principais
estratégias:
• A
incorporação de uma abordagem inovadora para
a implementação de centros de capacitação
na área de SSR;
• A
capacitação de provedoras/es, gerentes e lideres
comunitárias/os;
• A
construção de uma rede de comunicação,
através da Internet, entre os municípios participantes
do Projeto, tendo como marcos de referência o enfoque
estratégico
da OMS, o componente de participação, os DSDR,
sexualidade e gênero, o desenvolvimento organizacional,
a qualidade de atenção e os planos de ações
de Cairo, Cairo+5 e de Beijing e Beijing+5, incluindo também
novas soluções para atender adolescentes e
homens.
Atualmente,
o PRL atua em 4 países: Brasil, com 9 Centros
de Capacitação e atuação em 39 municípios;
Bolívia, com 4 Centros de Capacitação atuando
nos distritos próximos; Chile, com 3 Centros de Capacitação
atuando; e Paraguai, em fase inicial com a realização
do Diagnóstico Estratégico e preparação
do Projeto Piloto.
Maiores
informações sobre o Projeto Reprolatina (PRL)
podem ser obtidas através do site http://www.reprolatina.net
Responsáveis pela Instituição:
Margarita
Díaz – Presidenta
mdiaz@reprolatina.org.br
Francisco
Cabral – Vice-Presidente e Coordenador da área
de adolescentes
fcabral@reprolatina.org.br
Projetos
Desenvolvidos com Adolescentes e Jovens
Programa "Vivendo a Adolescência"
Por
entender que adolescentes e jovens são fundamentais
para o presente e o futuro de nosso país, a Reprolatina tem
focalizado suas ações no desenvolvimento de estratégias
para garantir uma melhor qualidade de vida para esse grupo etário.
Para tanto, idealizou e vem aplicando um modelo de programa destinado
a atender às necessidades de adolescentes e jovens na área
da saúde sexual e reprodutiva, bem como de adultos que antevêem
as conseqüências negativas decorrentes da falta de informação,
orientação e educação nessa área,
que comprometem o projeto de vida, presente e futuro desses jovens.
Nessa abordagem, adolescentes e jovens em conjunto com adultos trabalham
lado a lado na idealização, planejamento, execução
e avaliação das ações propostas, construindo
uma parceria importante que fundamentada no princípio do
protagonismo juvenil intensifica a construção e constituição
da autonomia deles, dentro dos valores de respeito, solidariedade,
justiça, ética e responsabilidade social.
Os
idealizadores desse Programa, Francisco Cabral e Margarita Díaz,
que são os fundadores e atuais diretores da Reprolatina,
têm larga experiência no desenvolvimento de currículos,
programas, avaliação de programas, materiais educativos,
e na formação de profissionais da saúde e da
educação na área de Adolescência e Saúde
sexual e Reprodutiva.
Desde
1996, com a implementação de um programa piloto
para adolescentes no município de Santa Bárbara d’Oeste,
como parte de um projeto da Organização Mundial da
Saúde (OMS), eles vêm desenvolvendo e implementando
Programas pioneiros que definitivamente integrem as ações
das áreas da saúde e da educação voltadas
para a prevenção e também assistência
de adolescentes e jovens com foco na sexualidade, na saúde
sexual e reprodutiva desde uma perspectiva de projeto de vida e
de direito, onde adolescentes e jovens são sujeitos ativos
desse processo.
Como
parte desse trabalho, em conjunto com a Fundação
Odebrecht, Margarita e Francisco reformularam, no ano de 1999, o
Programa de Educação Afetivo-Sexual (PEAS) da Secretaria
de Estado da educação de Minas Gerais. Essa reformulação
deu origem a um novo programa, fundamentado em uma nova filosofia,
onde as ações na escola deveriam estar absolutamente
integradas com as ações na área da saúde,
tendo como eixo fundamental a formação de adolescentes
agentes voluntários de saúde (AAVS), a preparação
de educadores e de profissionais da saúde para trabalharem
com adolescentes e jovens dentro de uma perspectiva que os considere
sujeitos capazes de assumir compromissos, responsabilidades e, principalmente
de praticá-las.
Essa
nova abordagem que mudou o nome do PEAS para Programa Afetivo
Sexual (PEAS): “um Novo Olhar” concretizou o ideal de
integrar as áreas de educação e de saúde,
e de mostrar que não bastam somente informação
e orientação, mas, principalmente, deve-se garantir
a adolescentes e jovens o acesso a serviços, insumos e materiais
(anticoncepcionais, camisinha, e programas de pré-natal especializado
etc) que facilitem a prática do autocuidado nas questões
de SSR, que têm implicações importantes e negativas
no projeto de vida deles, quando não estão preparados.
Atualmente esse trabalho tem servido de modelo para outros programas
desenvolvidos inclusive pelo terceiro setor, como é o PEAS
Belgo, desenvolvido pela Fundação Belgo Mineira em
municípios onde a empresa gestora da Fundação
tem presença, e o PEAS Vale, apoiado pela Fundação
Vale do Rio Doce.
Dessa
concepção surge o “Programa Vivendo a
Adolescência” da Reprolatina, que tem a seguinte proposta:
No
desenvolvimento das ações,
que promovam uma melhor qualidade de vida para as/os adolescentes
e jovens, considera-se
o projeto de vida como perspectiva essencial.
Os temas ligados à sexualidade são as portas de entrada
para essas ações que visam melhorar a sua saúde
sexual e reprodutiva (SSR) e têm como eixos transversais:
a perspectiva de gênero, os direitos sexuais (DS) e os direitos
reprodutivos (DR), considerando sempre o seu contexto sócio,
econômico, político, cultural e ético.
Para facilitar o processo de construção e constituição
de sua autonomia, a participação efetiva do/a adolescente
e jovem é crucial, e ela deve acontecer em todas as etapas
das
ações, desde a elaboração, implementação,
supervisão e avaliação, nas quais os/as adultos/as
participam lado a lado nesse processo.
Ainda que o foco desse trabalho seja o/a adolescente e jovem, a
Reprolatina também reconhece que, para alcançar os
objetivos propostos, é fundamental dirigir as ações
a todas as pessoas e instituições que fazem parte
de suas relações e interações como a
família, amigos/as, escolas, serviços de saúde,
igrejas, mídia, entre outras.
• Facilitar a construção e constituição
da autonomia e de um projeto de vida de adolescentes e jovens, dentro
dos valores de respeito, solidariedade, justiça, ética
e responsabilidade social.
• Contribuir para melhorar a saúde sexual e reprodutiva
e a qualidade de vida dos/as adolescentes e jovens.
• Contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de prevenção
e promoção da saúde sexual e reprodutiva entre
os/as adolescentes e jovens, e para a melhoria de seu acesso aos
serviços de saúde sexual e reprodutiva.
• Fortalecer as unidades de saúde, escolas e outras
instituições para atuarem em ações de
prevenção e promoção à saúde
sexual e reprodutiva dos/as adolescentes e jovens.
• Integrar as ações dos sistemas públicos
de saúde, de educação e de outros setores
no trabalho com adolescentes e jovens.
• Capacitar profissionais de saúde, educadores/as e
pais para o trabalho com adolescentes e jovens.
• Capacitar adolescentes para atuar como Adolescentes Agentes
Voluntários/as de Saúde (AAVS).
• Influenciar políticas públicas em saúde
sexual e reprodutiva para a adolescência e juventude.
Contato Institucional
Caixa Postal 6019
Campinas, SP, Brasil
CEP: 13084-971
Fone/fax: (19) 3289-1735
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www.reprolatina.org.br
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