Materiais

 
Donovanose (Granuloma inguinal)


 Mulher com donovanose. (Foto:Coordenação Nacional DST/AIDS-MS 1999)  Homem com donovanose. (Foto:Coordenação Nacional DST/AIDS-MS 1999)

O que é?

É um doença que evolui lentamente, e atinge preferencialmente pele e mucosas das regiões genitais. É causada pela bactéria Calymmatobacterium granulomatis.

Como se pega?

Na maioria das vezes através de contato sexual com o/a parceiro/a contaminado/a, embora as formas de transmissão ainda não sejam bem conhecidas. É uma doença pouco contagiosa.

Quais os sintomas?

Começa como uma ferida pequena de aspecto vermelho vivo e que sangra com facilidade. Essa ferida continua crescendo lentamente, mas pode adquirir uma aparência vegetante (que cresce sobre a pele como uma vegetação). Podem surgir várias feridas e são mais comuns na região das dobras (virilha, meio das pernas). A donovanose não apresenta ínguas, porém podem aparecer nódulos (caroços) na região da virilha.

Como é o diagnóstico?

Através dos sintomas e de exames laboratoriais.

Como é o tratamento?

O tratamento deve ser feito o mais rápido possível. Para isso:

Você gostaria de saber mais sobre as DST então clique aqui Perguntas e respostas

Topo

O que fazer em caso de suspeita de DST Vulnerabilidade
Gonorréia
Uretrite não gonocócica Tricomoníase Vaginose bacteriana Candidíase genital
Sífilis
Cancro mole Herpes genital Linfogranuloma venéreo Donovanose Chato Sarna Hepatite B
Infecção por HPV
Corrimentos Vaginais Infecção pelo HIV-Aids


Última modificação em: 14/11/2008

As informações oferecidas nesta página têm caráter educativo e informativo, sendo assim, não dispensa, em hipótese alguma, uma consulta com um/a profissional de saúde. Qualquer dúvida, você deve sempre procurar a ajuda de um/a profissional de saúde.

® Vivendo a Adolescência - Todos os direitos reservados 2000 - 2009
Esse site é melhor visualizado em 1024 X 768 pixels
É proibida a reprodução do conteúdo total ou parcial dessa página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso,
sem autorização por escrito da Reprolatina